terça-feira, 16 de julho de 2024

Indústria do calçado em Portugal

Portugal produziu em 2022, 85 milhões de pares de calçado. Serviço de excelência, qualidade produtiva e capacidade de resposta são os principais argumentos competitivos desta indústria. O calçado português foi comercializado, no último ano em 174 países. As exportações ascendem mais de 95% de produção.

Alemanha, França e Países Baixos são por esta ordem os mercados de referência para o calçado português. No último ano, Portugal exportou 114 milhões de euros para os “States”.

Portugal torna-se o maior produtor de calçado na Europa. Esta evolução espelha que Portugal continua focado em fazer calçado nas suas fábricas, Itália e Espanha tem vindo a produzir cada vez menos, o que compensam com um foco maior na importação para exportação. De forma crescente entregam a produção a outros países mais competitivos em custos, e depois reexportam o calçado que lhes é entregue pelos fornecedores.

Portugal tem uma enorme indústria de calçado, de alta qualidade. Várias marcas de qualidade internacionais utilizaram (e continuam a usar) as fábricas de calçado portugueses para fazer os seus sapatos, melhorando a capacidade técnica dos industriais. Nos últimos anos, verificou-se um acentuado crescimento das marcas e design próprio, apoiado pela iniciativa particular e pelo Estado, com a criação de centros de design e centros tecnológicos levando a fabricação e qualidade dos sapatos portugueses a patamares superiores.

A indústria de calçado em Portugal está concentrada no norte do país, sendo a mais importante em São João da Madeira, seguida de Santa Maria da Feira, de Oliveira de Azeméis, Guimarães e Felgueiras, distritos de Aveiro, Braga e do Porto. Nestes concelhos, as indústrias têm apostado sobretudo na inovação e na qualidade dos seus produtos.

Assim temos como vantagens imediatas

- melhoria da qualidade das informações para tomada de decisão;

- automatização de tarefas rotineiras;

- melhor controlo interno das operações e um melhor atendimento ao cliente;

- aumento da capacidade de reconhecer problemas mais cedo; 

- clara ajuda ao processo de tomada de decisão com a possibilidade de utilização de software que permite testar antes de colocar em prática; 

- claro melhoramento no processo produtivo;

- aumento da produtividade e competitividade.    

Autor: S.M.

Mercado do Bolhão

O mercado do Bolhão abriu a 18 de setembro de 1839 de forma a concentrar no mesmo local todos os mercados existentes na cidade. Ao longo dos anos foram realizadas diversas intervenções de melhoria e a praça foi objeto de sucessivos melhoramentos.

O mercado do Bolhão reabriu em 2022 depois de uma exigente obra de restauro e modernização, para acolher os comerciantes, clientes e visitantes.

No coração da cidade, o Bolhão apresenta-se com a sua alma de sempre, mas também com novidades. Ao todo, o mercado reabriu com mais de setenta comerciantes diversos, que vão desde o peixe, os legumes e frutas, mas também passa pelo artesanato ou cafetaria.

O mercado do Bolhão é a jóia do Porto: o edifício, um dos mais emblemáticos da cidade, é património nacional e monumento de interesse público e conserva as memórias e as histórias do grande mercado de frescos, que pulsa no coração da cidade dos portuenses e de quem o visita.

O seu carácter é único e valioso, e a sua entidade e história entrelaçam-se, há mais de 100 anos, com a identidade e história da cidade do Porto.

Ocupando por inteiro um quarteirão da baixa portuense delimitado pelas ruas Sá da Bandeira, da Formosa, de Alexandre Braga e Fernandes Tomás, o Bolhão é um importante elemento estruturante da malha urbana, integrado numa das áreas mais dinâmicas da cidade.

O horário de funcionamento do mercado de frescos, do Mercado do Bolhão, estabelece-se entre as 8 e as 20 horas, de segunda a sexta. Aos sábados, encerra-se às 18 horas. Já o horário de abertura da restauração está designado até às 24 horas, de segunda a sábado. Aos domingos o Bolhão encontra-se encerrado.  

Autor: J.A., H.L.

terça-feira, 9 de julho de 2024

Curiosidades da vida animal

Os animais além das suas diferentes características e espécies possuem algumas curiosidades, das quais se destacam as seguintes:

1. Os escorpiões brilham no escuro sob o efeito de raios ultravioleta;
2. As formigas têm cinco narizes diferentes;
3. Orcas não são baleias, mas sim uma espécie de golfinho;
4. Os flamingos nascem brancos, a sua dieta rica em camarão e algas torna-os, mais tarde, na cor rosa;
5. O coice mais forte que existe é o da girafa;
6. O caracol levaria cerca de 140 horas a andar sem parar para percorrer 1km;
7. Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar;
8. Os grilos detetam os sons através dos joelhos;
9. As tartarugas existem desde a época dos dinossauros, há cerca de 200 milhões de anos;
10. A mordida do urso cinzento é capaz de destruir uma bola de bowling;
11. As listas das zebras repelem os insetos;
12. A abelha rainha chega a colocar 2500 ovos por dia;
13. Alguns gatos e cães são alérgicos aos seres humanos e não apenas o contrário;
14. Os pinguins podem mergulhar até aos 500 metros de profundidade durante 22 minutos;
15. O falcão peregrino é a ave mais rápida do mundo, chega aos 320Km/h em voo picado;

Estes são apenas alguns exemplos de curiosidades e aspetos diferentes de alguns animais. A Natureza não deixa de nos surpreender e os animais são, tal como o ser humano, bastante curiosos.

Autor: M.R.

terça-feira, 2 de julho de 2024

Cerveira, lugar atractivo

O concelho de Vila Nova de Cerveira surge em plena Idade Média e ao longo do tempo a presença do Homem fez-se notar, tendo havido um aumento demográfico. É um dos dez municípios que dão corpo ao distrito de Viana do Castelo.

Sugerimos o Castelo de Cerveira, actualmente um dos principais ex-libris, e a sua arquitectura, assim como a beleza da paisagem, a frugalidade e a frescura da beira-rio. Aqui está instalada a exposição permanente do Museu da Água e, perto daí, dentro de muralhas, a feira semanal. É, também, de referir, a exposição de arte Bienal que se realiza.

Do outro lado já é Espanha e podemos viajar no Ferryboat ou recorrer à ponte para lá chegar. Por outro lado, no monte, mesmo no seu cume, avistamos o Cervo, obra do escultor Zé Rodrigues.

Vila Nova de Cerveira é ponto de encontro de artistas oriundos de todo o mundo, sempre cativando novos públicos e distinguindo o concelho e as suas gentes.

Autor: I.F.

Pára-me de Repente o Pensamento

O cinema, enquanto arte privilegiada da representação da vida, tem o incrível poder de mudar mentalidades e derrubar preconceitos. “Pára-me de Repente o Pensamento” é um documentário português de 2014, realizado e escrito por Jorge Pelicano.
 
O documentário acompanha as rotinas dos utentes do Hospital Conde Ferreira. Para tal, conhece os utentes e partilha as suas rotinas: conversas de corredor, as refeições, as sessões de terapia, as pausas para fumar e até as contagens de moedas para o café.
Os moradores do Conde de Ferreira ajudam a perceber como se pensa e age de maneira diferente, como se combate o preconceito e como se vive com limitações e de uma maneira mais reservada.
É um filme que contribuiu para normalizar a doença mental, promovendo o conhecimento dos diversos quadros clínicos e gerando um sentimento empático e de compreensão para com quem é diferente.
 
Pensar diferente não é pensar errado, pode ser uma forma de evolução ou de tratamento para algo que foge ao que é mais concreto. É uma relatividade de pensamento curto, um avanço para combater preconceitos e evoluir na igualdade de que somos todos iguais, mesmo pensando de maneira distinta.
“Pára-me de Repente o Pensamento” fala mais do que apenas sobre aqueles que vivem no Hospital Conde Ferreira, representa a diferença e a igualdade, sendo um exemplo de força aliada ao mundo cinemático e uma oportunidade de mostrar quem vive e pensa no seu mundo.
 
O pensamento lógico de quem tem doença mental é, muitas vezes, incoerente, impreciso ou fragmentado. Uns vivem dentro da sua própria mente e no desconhecido, outros numa forma particular de lucidez. Só há liberdade a sério quando houver saúde tanto a nível físico como psicológico.
 
Este é um exemplo de lucidez e de pragmatismo sobre a saúde mental, sendo um documentário que acompanhando de uma forma geral alguns pacientes do Hospital Conde Ferreira, mostra que embora ainda exista o estigma, cada vez mais a saúde mental e o bem-estar psicológico são necessários para todos.

Autor:M.R

Fundação Serralves

Parque de Serralves

O Parque de Serralves tem 18 hectares, projetado pelo arquiteto Jacques Gréber nos anos 30 do séc. XX e é uma referência no património da paisagem em Portugal.

Uma visita ao Parque é uma oportunidade privilegiada para estar em contacto com a natureza e apreciar a diversidade do seu património arbóreo e arbustivo. Além disso, os jardins e o Parque são também cenário museográfico.

Casa do Cinema Manoel Oliveira

A Casa do Cinema, projeto de Álvaro Siza, é um ponto de referência. Além de uma exposição permanente e de sessões de cinema temáticos e monográficos, a Casa do Cinema apresenta uma programação de exposições temporárias, retrospetivas, conferências, edições e programas educativos, através dos quais promove diferentes possibilidades de aproximação ao cinema contemporâneo.

Em articulação, a abordagem do museu de arte contemporânea e a atividade da casa do cinema, refletem a migração das imagens em movimento entre o espaço da galeria e da sala de cinema. 

Museu de Serralves

O projeto do Museu de Serralves da autoria Álvaro Siza teve início em 1999 e todo o espaço foi pensado à reflexão e ao sentimento de integração na natureza que está sempre presente para além das janelas das salas.

Além das exposições, o visitante do Museu de Serralves descobre a arte arquitetónica para dar diversidade da arte contemporânea aqui exposta.

Casa de Serralves

Visitar a Casa de Serralves é fazer uma viagem no tempo: este exemplar único da arquitetura Art Déco remonta aos anos 30 do século XX. Com grande rigor decorativo e qualidade de materiais, a casa teve a intervenção de nomes significativos da época como Marques da Silva, Charles Siclis, Jacques Émile Ruhlmann, René Lalique e Edgar Brandt. 

Para a Fundação de Serralves a gastronomia é também uma arte, encarando-a com o mesmo grau de exigência que coloca em todas as suas iniciativas. A Fundação conta com três espaços de restauração: Restaurante, Casa de chá e Bar do Auditório.
Autor: J.A., H.L